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Algoritmo do Google: pra quê ele serve?!

A probabilidade de [nem nas melhores hipóteses] Gates, Allen ou Jobs terem sonhado com o caminho tomado pela tecnologia, é enorme. Entre os lados positivos e negativos, a internet tem conquistado proporções assustadoras. E na ponta do iceberg, podemos dizer, há um famoso buscador. O tão secreto e desejado algoritmo do Google é o Enigma da Pirâmide moderno.

Mas vamos começar do começo, ou quase. Os mecanismos de busca chegaram à realidade virtual com o intuito de ajudar as pessoas que se adentravam nessa nova era. Assim, ficava mais fácil fazer pesquisas e encontrar o que procuravam. De lá pra cá muitas mudanças foram acontecendo, como o algoritmo do Google que, aprendendo foi melhorando seu julgamento de posicionar um site em detrimento de outros.

O problema é que no início os algoritmos se baseavam em fórmulas simples para ranqueamento. Ou seja, não era preciso ser um gênio da computação para conseguir burlar as regras e conquistar as melhores posições. Nesse momento surgia o black hat, grande inimigo do algoritmo do Google. Para combater esses “vilões da internet” e priorizar a qualidade de experiência do usuário, os algoritmos se tornaram cada vez mais complexos.

Algoritmo do Google: aprenda a deixar seu site nas primeiras posições do buscador

COMO FUNCIONA O ALGORITMO DO GOOGLE

Espero que essa historinha tenha te ajudado a entender, pelo menos, um pouco da evolução do algoritmo do Google. Em resumo, ele serve para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet. Assim, o usuário é capaz de obter as melhores respostas ao pesquisar algo.

Você já deve ter escutado alguma vez sobre os “robozinhos do Google”, em suma, se trata do algoritmo do Google. São os especialistas em responder questionamentos. Assim, a resposta não entrega ao usuário apenas a resposta à sua busca, mas oferece uma navegação de qualidade, para que seja feita sem dificuldades.

Mas, como tudo na vida, existe um caminho a ser percorrido, e com o algoritmo do Google não seria diferente. Para que um site conquiste uma boa posição na SERP [Search Engine Results Page], é preciso seguir os seguintes passos:

1 – Rastreamento [Crawling]

O algoritmo do Google navega por toda a internet em busca de todo e qualquer código existente. Esse é um processo de rastreamento feito o tempo todo, todo o tempo. É nessa etapa que o Googlebot realiza a busca de novas URLs, que serão indexadas em seu gigantesco banco de dados. A cada página novos links são descobertos, levando a novos caminhos, em um looping infinito.

Isso quer dizer que, a primeira coisa que você precisa fazer é ser encontrado pelo algoritmo do Google. E, claro, para isso é preciso que ter códigos e conteúdos que os robozinhos consigam ler e entender para indexar. Conteúdos em flash são exemplos dos que não são rastreáveis. Por isso, é altamente indicado o desenvolvimento de sites com códigos HTML, que sejam limpos, simples e garantam conteúdo acessível aos rastreadores.

2 – Indexação [Indexing]

Algoritmo do Google: aprenda a deixar seu site nas primeiras posições do buscador

A indexação – também – acontece a todo momento. Depois que os robozinhos rastreiam as URLs elas já podem ir para o banco de dados do Google. Agora é que o algoritmo do Google vai organizar os conteúdos de acordo com o que oferecem ao usuário. Para começar, a análise de um site é feita página por página, mas como se elas fossem apenas textos. Como a imagem acima.

Se você não sabe como ver suas páginas em formato de texto, é só acessar a versão em cache e clicar em “versão somente texto”. Assim ó:

Algoritmo do Google: aprenda a deixar seu site nas primeiras posições do buscador

Algoritmo do Google: aprenda a deixar seu site nas primeiras posições do buscador

Para a indexação acontecer da forma correta é preciso dar atenção às palavras-chave [key words]. Porque são elas que vão orientar o algoritmo do Google na organização do índice de URLs. Então, quando um usuário digitar determinada palavra, ele já saberá quais conteúdos respondem à pesquisa.

3 – Ranqueamento (Ranking)

O último passo! É quando um usuário faz uma pesquisa no buscador. A partir dos termos utilizados para realizar as buscas, o algoritmo do Google irá virar e revirar todos os conteúdos de seu banco de dados e entregar os melhores resultados – que os robozinhos acreditam – para tentar solucionar a dúvida.

Isso quer dizer que o algoritmo do Google vai oferecer uma ordem de respostas, que considera mais relevante. Assim, os sites que estiverem nas primeiras posições da sua lista são os resultados que provavelmente vão interessar ao usuário, pelo menos é o que o Google acredita.

Por isso, não basta apenas ser rastreado ou indexado. É preciso alcançar as primeiras posições. De preferência na primeira página. Afinal de contas, quantas pessoas você conhece que chegam sequer na segunda página de pesquisa do buscador?

É aqui que entra o SEO [Search Engine Optimization].  Para ficar sempre por dentro das novidades de SEO vale muito a pena dar uma olhadinha básica [mentira, é pra estudar mesmo!] nas pesquisas e estudos realizados pela SEMrush e pela Moz. Assim como acompanhar o canal do Google e do Google Webmasters, no Youtube, que possuem muitas [muitas mesmo!] dicas sobre o sistema de buscas.

Além disso, a velocidade do site, designe responsivo, usabilidade, qualidade dos backlinks, taxa na SERP e tempo de permanência na página são fatores que influenciam bastante no ranqueamento. Ah, a localização também influencia bastante. É por isso que, muitas vezes, um site que aparece para um usuário pode não aparecer para outro. Também é levado em consideração o histórico de buscas e as configurações de pesquisa de cada pessoa.







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